Como já afirmei anteriormente, não é meu objetivo aqui, dar sugestão sobre produtos e/ou dicas sobre corridas. Existem inúmeros blogs e sites que tratam disso com muita competência. Aqui falo de vivências...
Fosse o “concluir uma maratona” meu único intuito, é muito provável que estivesse um pouco desapontado, neste momento. No entanto há algum tempo, aprendi a curtir o percurso e não apenas a chegada, vivenciar a experiência do processo sem a preocupação com o resultado! O resultado é a cereja do bolo, uma conseqüência.
As experiências desses últimos meses, que atingiram o seu clímax na linha de chegada, poucos metros após a passagem pelo Portal de Brandenbug*, constituem, hoje, peça inseparável da história pessoal. Não fosse assim, como explicar tamanho envolvimento e dedicação por algo que acaba sendo tão penoso, difícil e oneroso?
-“Porque o homem escala uma montanha?”, perguntou o sherpa ao sábio do vilarejo. –
-Porque ela está lá” - foi a resposta.
Porque dedicamos tantas horas, tanto suor, suportamos frio, chuva, dores musculares, renunciamos a tantos prazeres alimentares? Talvez seja algo que nós, corredores, não estamos muito interessados em conhecer e menos ainda em tentar explicar.
Toda corrida tem, um “antes” e um “depois”. Assim como uma viagem “não termina na alfândega do aeroporto de chegada” (Quando viajar não é partir” Avila Neto -2000) uma corrida não acaba na linha de chegada, ela tem também a sua historia, mais ou menos longa, de acordo com o que ela venha a representar para cada corredor. Um primeira maratona” a gente nunca esquece”. Longe portanto do desapontamento: além do currículo, literalmente falando, é uma vivência pessoal, intensa (faz parte do DNA).
A maratona, conhecida como a prova “rainha dos Jogos Olímpicos”, tem esse nome em homenagem ao mensageiro que trouxe a boa nova da vitoria dos gregos sobre os persas (500 anos antes de Cristo), e que para cumprir a sua missão ele correu por 40kms, desde a cidade de Maratona** até Atenas.
Fosse o “concluir uma maratona” meu único intuito, é muito provável que estivesse um pouco desapontado, neste momento. No entanto há algum tempo, aprendi a curtir o percurso e não apenas a chegada, vivenciar a experiência do processo sem a preocupação com o resultado! O resultado é a cereja do bolo, uma conseqüência.
As experiências desses últimos meses, que atingiram o seu clímax na linha de chegada, poucos metros após a passagem pelo Portal de Brandenbug*, constituem, hoje, peça inseparável da história pessoal. Não fosse assim, como explicar tamanho envolvimento e dedicação por algo que acaba sendo tão penoso, difícil e oneroso?
-“Porque o homem escala uma montanha?”, perguntou o sherpa ao sábio do vilarejo. –
-Porque ela está lá” - foi a resposta.
Porque dedicamos tantas horas, tanto suor, suportamos frio, chuva, dores musculares, renunciamos a tantos prazeres alimentares? Talvez seja algo que nós, corredores, não estamos muito interessados em conhecer e menos ainda em tentar explicar.
Toda corrida tem, um “antes” e um “depois”. Assim como uma viagem “não termina na alfândega do aeroporto de chegada” (Quando viajar não é partir” Avila Neto -2000) uma corrida não acaba na linha de chegada, ela tem também a sua historia, mais ou menos longa, de acordo com o que ela venha a representar para cada corredor. Um primeira maratona” a gente nunca esquece”. Longe portanto do desapontamento: além do currículo, literalmente falando, é uma vivência pessoal, intensa (faz parte do DNA).
A maratona, conhecida como a prova “rainha dos Jogos Olímpicos”, tem esse nome em homenagem ao mensageiro que trouxe a boa nova da vitoria dos gregos sobre os persas (500 anos antes de Cristo), e que para cumprir a sua missão ele correu por 40kms, desde a cidade de Maratona** até Atenas.
Breda - Holanda, 6/10/2009

